Cinco especialistas dedicados à sua operação, doze estruturas implantadas
ao longo do ano e uma conversa por mês com cada colaborador. Gestão de
pessoas com método, prazo e evidência — não com promessa.
Existe um momento em que a empresa cresce e o que funcionava por
proximidade para de funcionar por escala. Ninguém percebe no dia em que
acontece. Percebe-se depois, quando uma decisão simples sobe três níveis
porque não está claro quem pode tomá-la, ou quando alguém que entregava
bem começa a entregar mal e ninguém sabe dizer desde quando.
A resposta usual do mercado é vender ferramenta. Um sistema novo, uma
pesquisa de clima, uma palestra que emociona na sexta e não sobrevive à
segunda-feira. Nada disso é inútil — mas nada disso substitui o que
falta, que é rotina: alguém responsável, com calendário, entregando uma
estrutura por vez e voltando no mês seguinte para verificar.
É isso que fazemos há doze anos. A Liberty não é um consultor que
aparece para diagnosticar e vai embora. É uma equipe de cinco
especialistas dentro da sua operação, com responsabilidade
sobre a rotina de gente — do organograma ao feedback individual, do
contrato de trabalho ao plano de carreira.
Cada estrutura implantada tem responsável nomeado dentro da empresa — a
Liberty implanta, a liderança sustenta.
O trabalho
Cinco frentes que sustentam a operação
Elas não funcionam isoladas. A estrutura define o que se cobra; a contratação
traz quem consegue entregar; a documentação protege o combinado; o treinamento
dá o meio; o acompanhamento mantém tudo vivo.
Cinco especialistas dentro da operação — não um relatório entregue de fora.
Diferenciais
Uma equipe, não um consultor
Cinco especialistas cobrindo estrutura, seleção, documentação, treinamento e
acompanhamento — pelo custo de manter um departamento incompleto.
12anos
de experiência em gestão de pessoas, em operações de portes e setores diferentes.
5especialistas
dedicados à sua operação — uma equipe, não um consultor isolado.
12estruturas
implantadas ao longo do ano, uma por mês, com entrega verificável.
O ritmo
Doze estruturas, uma por mês
Estrutura que chega toda de uma vez não é absorvida por ninguém. Por isso o
trabalho tem calendário: cada mês entrega uma peça, com responsável, prazo e
verificação no mês seguinte.
Mês 01
Estrutura organizacional
Revisão de organograma, cargos e funções.
Mês 02
Perfil individual
Análise e revisão de perfil, com teste um a um.
Mês 03
PDI por colaborador
Implantação do plano de desenvolvimento individual.
Mês 04
Cultura
Revisão do que a empresa diz ser e do que ela cobra.
Mês 05
Avaliação de desempenho
Critérios, escala e ritual de aplicação.
Mês 06
Integração e onboarding
Revisão anual da chegada de novas pessoas.
Mês 07
Endomarketing
Implantação e revisão anual da comunicação interna.
Mês 08
Pesquisas
Clima, comportamento e liderança medidos com método.
Mês 09
Performance e produtividade
Teste anual aplicado à operação.
Mês 10
Metas e indicadores
Revisão anual do que se mede e por quê.
Mês 11
Código interno
Ética e procedimentos: implantação e revisão anual.
Mês 12
Planos de carreira
Análise das trilhas e do que elas exigem de cada cargo.
Uma conversa de trinta minutos costuma bastar para saber se há encaixe.
Se houver, voltamos com um diagnóstico inicial e o desenho dos primeiros
doze meses.
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